Posts tagged ‘Yázigi Internexus’

11/06/2008

Sites para aprender inglês; #4

Hoje venho para falar de um site que uso no meu cotidiano, especialmente para acompanhar o desempenhos de meus alunos: House Of English. Sou suspeita pra falar, pois trabalho no Yázigi e esse site faz parte dos cursos que a escola oferece, pois no Yázigi há a parte do curso que é presencial (aulas) e à distância, no qual você acessa o site e faz as lições relativas ao que foi estudado e trabalhando em sala de aula. Acho isso uma combinação perfeita, pois é um jeito de manter os alunos “ligados” no idioma, mantendo contato e desenvolvendo sua autonomia do melhor jeito possível: se divertindo. Alguns alunos encaram esse dever como algo penoso, mas mal sabem a ferramente que têm nas mãos. Pra mim é um absurdo a pessoa não fazer uso do que tem e querer tudo pronto. Se você tem as ferramentas, aprenda a usá-las. Com certeza elas só te trarão benefícios.

Na House Of English qualquer pessoa pode se cadastrar, mesmo que não seja aluno do Yázigi. O único problema é que, neste último caso, suas notas não ficam registradas. Os cursos são dividos em duas categorias:

Online:

> Beginning
> Pre-Intermediate
> Intermediate
> High-Intermediate
> Advanced
> Business
> Interactive Reading

e Plus Courses*:

> YTEEN
> CEP
> Make Your Point

*Os Plus Courses são referente aos livros do Yázigi, cujo curso é composto como citei acima, ou seja, parte presencial + à distância.

Pois é, dou total apoio à essa metodologia, por isso tenho prazer em trabalhar nessa escola. 😀

 

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Dica 2

Depois da promoção de 10 livros por R$8,90 cada, na Siciliano, o Submarino foi mais adiante e fez uma promoção melhor ainda: vários best-sellers por R$9,90 cada. Corra pois o estoque é limitado, e no momento há 98 livros nessa promoção.

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10/10/2008

Ter ou não ter?

Vira e mexe me deparo com alunos escrevendo e falando “I have x years old“. Esse é um dos erros mais banais em inglês, e o mais corriqueiro, eu diria. Se por ora aqui no Brasil dizemos “eu tenho x anos“, o mesmo não é válido na terra do Tio Sam. Lá, devemos sempre usar “I am/I’m x years old“. Acho válida a forma, pois se formos pensar que nós não temos anos – no sentido de posse – mas somos x anos velhos, já que a velhice é algo que se adquire com o tempo e não algo que se ganha, como um prêmio de loteria. Já pensou se alguém lhe falasse “parabéns! Você foi contemplado com mais x rugas!”.

Mudando de assunto…

Há certos professores e lingüístas (ainda não me acostumei a escrever sem o trema, ok?) que defendem o não-uso da língua materna no ensino de língua estrangeira, pois dizem que tal uso pode acarretar em maus hábitos como traduzir literalmente certas frases e etc. Mas eu sou do contra. Acho que se fizermos um uso da língua materna com parcimônia e cuidado, ela só vem a agregar valores no aprendizado da nova língua. Acho digno se, ao aprendermos algo complexo, fizermos uma analogia ou mostrarmos um elo de semelhança entre uma língua e outra, só temos a ganhar. E ainda nos poupa tempo. Nada mais frustrante do que tentar explicar através de mil formas algo simplesmente inexplicável. Também não são todos que têm a habilidade de entender bem e assimilar a gramática, um “objeto” tão arbitrário das línguas. Dessa forma, sou defensora de uma práxis mais flexível em relação aos alunos e sou totalmente contra as metodologias prontas de escolas de idiomas. Pra mim, se uma metodologia não é flexível a ponto de não poder mudar nada no método de ensino e nem nas aulas, de nada vale nossos esforços. Sem querer fazer jabá, mas por já ter trabalhado numa escola com uma coordenadora metida à déspota e com uma metodologia retrógrada, recomendo veementemente a escola em que trabalho: Yázigi Internexus. Educação não é aprender regras e conteúdos, é muito mais profundo do que isso, é um lugar onde acima de tudo, há a construção do próprio conhecimento. Vide Paulo Freire, que não cito agora pois não achei meu livro dele e porque a internet está uma merd*** hoje.